




























FAYGA OSTROWER
E
OS
FRACTAIS

Renée Lenk
...Fayga foi também uma visionária
Ela soube dar a devida importância à Tecnologia,
e, sobretudo, aos computadores.
Previu, também, o binômio ciência-arte (Espiritualidade),
do qual estamos nos conscientizando a cada dia que passa.
A todo o momento, descobertas importantes
são anunciadas na Internet, globalmente,
em milésimos de segundos.
Hoje sabemos que elas são representações holográficas,
enviadas pelas Esferas Superiores,
captadas pelos criadores cientistas, artistas
como Spielberg e George Lucas,
fora todos os outros
de todas as vertentes criativas que existem, no Milênio,
Na Nova Era.
Mas, os FRACTAIS,
e seus enunciados até certo ponto alarmantes,
deixaram a artista, no mínimo, perplexa.
Mas o quê são fractais?
Fractais são formas igualmente complexas no detalhe e na forma global.
Para alguns, os fractais são UM CAMINHO ESPIRITUAL. Basta somente querer se aprofundar, criando novas técnicas, pois é um mundo novo para os matemáticos o acompanhar as novidades a seu respeito,ou somente apreciar as imagens deslumbrantes.
Benoit Mandelbrot, matemático francês, nascido na Polônia, descobriu a Geometria Fractal na década de 70.
A idéia dos fractais teve sua origem entre o final do século XIX e o começo do século XX. O resultado deste trabalho deu a conhecer alguns objetos catalogados como “monstros” e se supunha então que não tinha valor científico. Hoje, estes objetos adquiriram o status de dignidade matemática.
Trata-se de uma nova Geometria que trabalha com números IRRACIONAIS.
É a Geometria do Caos.
Ela enuncia que nada na Natureza se enquadra na Geometria Euclidiana. Na Natureza só existem curvas.
Outra relação importante existente entre os FRACTAIS e a TEORIA DO CAOS é que ambas se desenvolveram através da INFORMÁTICA.
Dado de suma importância.
Apesar das inúmeras aplicações e utilidades, há ainda um longo caminho a ser percorrido. Faltam ainda várias ferramentas e os problemas ainda são vários e permanecem sem solução.
Uma teoria completa, unificada se faz necessária e a pesquisa se encaminha neste sentido.
O mundo que nos cerca, é caótico.
Mas podemos tentar adequar.
E isso no computador!
A Geometria Fractal é uma imagem muito versátil que nos ajuda a lidar com os fenômenos caóticos e imprevisíveis.
A Geometria Euclidiana trata de retas, círculos, ângulos etc, ou seja, objetos com dimensões inteiras.
Basta conferir uma folha ou uma árvore.
Ou mesmo as costas dos oceanos no Planeta Terra.
Daí ter o matemático francês - cujo nome é Benoit, que significa Bento em francês, como o de outra personalidade marcante, o filósofo repudiado durante séculos, até mesmo pelos judeus, Baruch ( Bento ) Spinoza - e de sobrenome Mandelbrot, ter equacionado a CURVA DE MANDELBROT onde, matemáticamente, o que aqui não vem ao caso ( sites com explicações matemáticas e softwares para a criação de fractais existem para aqueles que desejarem começar sua própria pesquisa )é possível reproduzir, para menor ou para maior, indefinitamente uma imagem similar.
A parte mais ínfima é praticamente idêntica à sua maior parte, o TODO.
Fayga partiu do princípio que a verdadeira a expressão artística, é obtida pela soma das representações da consciência emocional e expressiva do artista, a qual caracteriza cada um deles, já que cada ser é uma entidade única.
As imagens e as possibilidades de reproduções dos fractais é estonteante.
Sua capacidade de se repetir infinitamente, para maior ou menor, é incomensurável como o Cosmos. Mas podem ser consideradas obras de arte se foram criadas por uma máquina? Por um programa de computador?
Para Fayga, o computador é, apesar de seus fantásticos atributos, uma máquina. E como tal, não tem emoções e um intelecto sensível. Conseqüente e intrinsecamente, a obra não é resultado das emoções e tensões humanas, quesitos essenciais que sustentam toda e qualquer obra de arte.
No “Acasos E A Criação Artística”, livro onde expõe, sempre, através de uma didática excelente, claríssima e muito sensível, os ditos “acasos” não existem. Eles são reconhecidos no momento certo, para que o artista tenha a consciência e se prepara para o dar o próximo salto, imprescindível para sua jornada criativa.
O livro foi editado pela primeira vez em 1995.
Já se passaram mais de doze anos.
Agora nos cabe o privilégio de deslumbrar e desbravar novos horizontes.
TRAGA À SUPERFÍCIE O SEU SER CRIATIVO! AGORA É O MOMENTUM!